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    Schneider Electric embarca em viagem pelo Aqueduto das Águas Livres

    22.03.2016

    A Schneider Electric, especialista global em gestão de energia e automação, assinala o Dia Mundial da Água, a 22 de março, conduzindo os seus colaboradores por uma viagem pelo Aqueduto das Águas Livres.
    A Schneider Electric associa-se ao Dia Mundial da Água, não só devido à preocupação ambiental para com este recurso precioso cada vez mais escasso, mas também devido à sua preocupação e empenho no desenvolvimento de soluções que permitem uma melhor gestão da água a nível global.  

    Soluções para o tratamento de águas residuais, como o Energy Optimization System da Schneider Electric, permitem a gestores e operadores das redes de tratamento otimizarem a energia dispendida, reduzir os custos operacionais e diminuir as emissões de carbono. Assim, conseguem aumentar a eficiência e sustentabilidade, mantendo a qualidade da água.

    Atualmente a distribuição de água potável ainda enfrenta muitos desafios, especialmente em zonas remotas sem acesso a energia. A população de aldeias remotas dispende de aproximadamente 1/3 do seu tempo para dar resposta às suas necessidades de consumo de água, sendo que 1,3 mil milhões destes habitantes não tem acesso a energia. Com o sistema Water of the Sun, a Schneider Electric oferece um sistema de bombeamento de água automático, completamente movido a energia solar, que permite o bombeamente a 20 metros de profundidade.

    Para saber mais sobre a solução de bombeaento de água Water of the Sun, da Schneider Electric, assita ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=D5D7Dpjihm8.


    O Aqueduto das Águas Livres
    Construído entre 1731 e 1799, por determinação régia, o Aqueduto das Águas Livres constituiu um vasto sistema de captação e transporte de água, por via gravítica. Classificado como Monumento Nacional desde 1910 é considerado uma obra notável da engenharia hidráulica, cuja concretização implicou o recurso às nascentes de água das Águas Livres integradas na bacia hidrográfica da serra de Sintra.
    O trajecto escolhido coincidia, em linhas gerais, com o percurso do antigo aqueduto romano. No total, o sistema do Aqueduto das Águas Livres, dentro e fora de Lisboa, atingia cerca de 58 km de extensão em meados do século XIX, tendo as suas águas deixado de ser aproveitadas para consumo humano a partir da década de 60, do século XX.
    A atual extraordinária arcaria do vale de Alcântara, numa extensão de 941m, é composta por 35 arcos, incluindo, entre estes, o maior arco em ogiva, em pedra, do mundo, com 65,29 m de altura e 28,86 m de largura.